DIVERSAS DINÂMICAS PARA GRUPOS E ENCONTROS
01 - Dinâmica do Coração
Ótima para começar um encontro ou aprofundamento.
Fazer um coração bem grande forra de papel madeira branco e deixa uma mesa para
que todos que chegue coloque seu nome no coração (apenas o 1º nome)
(no verso do coração coloca foto de N. Senhora, Sagrada Família
ou o padroeiro de alguma comunidade)
Depois que todos estiverem reunidos mostrar a parte do coração
que está com os nomes e motivar uma oração e vira o coração e faz a oração
inicial ou deixa o coração para a oração de encerramento.
02 - Presente de Amigo
Objetivo:
Enaltecer qualidades dos integrantes do grupo.
Quantidade de Participantes:
10 a 30 pessoas
Material:
Lápis e papel para os integrantes
Tempo Estimado:
30 minutos
Desenvolvimento:
O coordenador divide o grupo em subgrupos de quatro a seis integrantes e, em
seguida, expõe o seguinte: "Muitas vezes apreciamos mais um presente
pequeno do que um grande. Muitas vezes ficamos preocupados por não sermos
capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisas menores,
embora de grande significado. Na experiência que segue, seremos capazes de dar
um pequeno presente de alegria para alguns integrantes do grupo."
Prosseguindo, o coordenador convida os integrantes para que escrevam mensagens
para todos os integrantes de seu subgrupo. As mensagens devem ser da seguinte
forma:
a) Provocar sentimentos positivos no destinatário com relação a si mesmo;
b) Ser mais específicas, descrevendo detalhes próprios da pessoa ao invés de
características muito genéricas;
c) Indicar os pontos positivos da pessoa dentro do contexto do grupo;
d) Ser na primeira pessoa;
e) Ser sinceras;
f) Podem ser ou não assinadas, de acordo com a vontade do remetente.
As mensagens são dobradas e o nome do destinatário é colocado do lado de fora.
Então elas são recolhidas e entregues aos destinatários. Depois que todos
tiverem lido as mensagens, segue-se a conclusão da dinâmica com um debate sobre
as reações dos integrantes.
Objetivo:
Facilitar a memorização dos nomes e um melhor conhecimento entre os integrantes.
Quantidade de Participantes:
15 a 30 pessoas
Material:
Crachás com os nomes dos integrantes.
Tempo Estimado:
20 minutos
Desenvolvimento:
O coordenador distribui os crachás aos respectivos integrantes. Após algum tempo recolhem-se os crachás e cada um recebe um crachá que não deve ser o seu. Os integrantes devem passear pela sala a procura do integrante que possui o seu crachá para recebê-lo de volta. Neste momento, ambos devem aproveitar para uma pequena conversa informal, onde procurem conhecer algo novo sobre o outro integrante. Após todos terem retomado seus crachás, o grupo deve debater sobre as diferentes reações durante a experiência.
04 - Dinâmica do Barco.
nº de pessoas indeterminados
Preparar barquinhos de papel
Neste barco as pessoas escreve o seu nome e coloca um papel dentro dele dizendo qual o compromisso que vai ter para seguir a Jesus dentro da caminhada da pastoral (vocanional, criança..).
nº de pessoas indeterminados
Preparar barquinhos de papel
Neste barco as pessoas escreve o seu nome e coloca um papel dentro dele dizendo qual o compromisso que vai ter para seguir a Jesus dentro da caminhada da pastoral (vocanional, criança..).
múscia intrumental para que as pessoas reflitam.
sugestão: usar o dedo como uma caneta imaginária.
sugestão: usar o dedo como uma caneta imaginária.
Com a musica lá na praia eu larguei o meu barco todos levam seus
barquinhos para um lugar preparado com antecedencia (que parece um mar ou uma
local com água) é otímo para esse perido que falos de batismo e águas
profundas.
05 - Memorizar Nomes
Objetivo:
Memorizar os nomes dos membros do grupo, favorecendo o conhecimento mútuo.
Quantidade de Participantes:
10 a 20 pessoas
Tempo Estimado:
15 minutos
Desenvolvimento:
Todos devem estar sentados em um círculo de modo que a fisionomia de cada integrante possa ser bem visualizada pelos demais integrantes do grupo, bem como sua voz possa ser bem compreendida. O coordenador deve dizer seu nome acrescido de algum adjetivo que se inicie com a primeira letra de seu nome. Por exemplo: Roberto risonho. O seguinte deve repetir o nome do coordenador e o adjetivo correspondente e realizar o mesmo para o seu nome, e assim sucessivamente. Se algum nome for esquecido, o integrante pode ser auxiliado por outros integrantes, menos o dono do nome. Ao final pode-se debater a experiência na tarefa de lembra os nomes e na escolha dos adjetivos.
Objetivo:
Memorizar os nomes dos membros do grupo, favorecendo o conhecimento mútuo.
Quantidade de Participantes:
10 a 20 pessoas
Tempo Estimado:
15 minutos
Desenvolvimento:
Todos devem estar sentados em um círculo de modo que a fisionomia de cada integrante possa ser bem visualizada pelos demais integrantes do grupo, bem como sua voz possa ser bem compreendida. O coordenador deve dizer seu nome acrescido de algum adjetivo que se inicie com a primeira letra de seu nome. Por exemplo: Roberto risonho. O seguinte deve repetir o nome do coordenador e o adjetivo correspondente e realizar o mesmo para o seu nome, e assim sucessivamente. Se algum nome for esquecido, o integrante pode ser auxiliado por outros integrantes, menos o dono do nome. Ao final pode-se debater a experiência na tarefa de lembra os nomes e na escolha dos adjetivos.
06 - Jogo Comunitário
Objetivo:
Descontrair e ao mesmo tempo ajudar a memorizar o nome dos outros participantes.
Material:
Uma flor.
Desenvolvimento:
Os participantes sentam-se em círculo e o animador tem uma flor na mão. Diz para a pessoa que está à sua esquerda : senhor... (diz o nome da pessoa), receba esta flor que o senhor...(diz o nome da pessoa da direita) lhe enviou...
E entrega a flor. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa. Quem trocar ou esquecer algum nome, passará a ser chamado pelo nome de um bicho. Por exemplo, gato. Quando tiverem que se referir a ele, os seus vizinhos, em vez de dizerem seu nome, devem chamá-lo pelo nome do bicho.
O animador deve ficar atento e nào deixar os participantes entediados. Quanto mais rápido se faz a entrega da flor, mais engraçado fica o jogo.
07 - O Presente da Alegria
Objetivo:
Promover um clima de confiança pessoal, de valorização pessoal e um estímulo positivo, no meio do grupo; dar e receber um "feedback" positivo num ambiente grupal.
Quantidade de Participantes:
3 a 10 pessoas
Material:
Lápis e papel
Tempo Estimado:
5 minutos por participante
Desenvolvimento:
I. O coordenador forma subgrupos e fornece papel para cada participante;
II. A seguir, o coordenador fará uma exposição, como segue: "muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do que um grande. Muitas vezes ficamos preocupados por não sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisas menores, embora de grande significado. Na experiência que segue, seremos capazes de dar um pequeno presente de alegria para cada membro do grupo";
III. Prosseguindo, o coordenador convida os membros dos subgrupos para que escrevam uma mensagem para cada membro do subgrupo. A mensagem visa provocar em cada pessoa sentimentos positivos em relação a si mesmo;
IV. O coordenador apresenta sugestões, procurando induzir a todos a mensagem para cada membro do subgrupo, mesmo para aquelas pessoas pelas quais não sintam grande simpatia. Na mensagem dirá:
1. Procure ser específico, dizendo por exemplo: "gosto do
seu modo de rir toda vez que você se dirige a uma pessoa", em vez de:
"eu gosto de sua atitude", que é mais geral;
2. Procure escrever uma mensagem especial que se enquadre bem na pessoa, em vez de um comentário que se aplique a várias pessoas;
3. Inclua todos, embora não conheça suficientemente bem. Procure algo de positivo em todos;
4. Procure dizer a cada um o que observou dentro do grupo, seus pontos altos, seus sucessos, e faça a colocação sempre na primeira pessoa, assim: "eu gosto" ou "eu sinto";
5. Diga ao outro o que encontra nele que faz você ser mais feliz;
2. Procure escrever uma mensagem especial que se enquadre bem na pessoa, em vez de um comentário que se aplique a várias pessoas;
3. Inclua todos, embora não conheça suficientemente bem. Procure algo de positivo em todos;
4. Procure dizer a cada um o que observou dentro do grupo, seus pontos altos, seus sucessos, e faça a colocação sempre na primeira pessoa, assim: "eu gosto" ou "eu sinto";
5. Diga ao outro o que encontra nele que faz você ser mais feliz;
V. Os participantes poderão, caso queiram, assinar a mensagem;
VI. Escritas as mensagens, serão elas dobradas e colocadas numa caixa para ser recolhidas, a seguir, com os nomes dos endereçados no lado de fora.
VI. Escritas as mensagens, serão elas dobradas e colocadas numa caixa para ser recolhidas, a seguir, com os nomes dos endereçados no lado de fora.
08 - Abra meu Olho Irmão
Objetivo:
Tomar consciência da luta desigual que enfrentamos em nossa sociedade.
Quantidade de Participantes:
7 a 30 pessoas
Material:
Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos com jornais enrolados em forma de cacetete
Tempo Estimado:
20 minutos
Desenvolvimento:
Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chinelo ou porrete. Depois devem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante do grupo apenas assiste. Assim que inicia a "briga", o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados, o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência, abrindo um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual. A reação dos participantes pode ser muito variada. Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como: indiferença x indignação; aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido, etc. Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê. Depois dar a palavra aos demais participantes.
Qual foi a postura do grupo?
Para quem torceram?
O que isso tem a ver com nossa realidade?
Quais as cegueiras que enfrentamos hoje?
O que significa ter os olhos vendados?
Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política e econômica hoje?
Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam?
Fonte:
Livro Recriando Experiências (Grupo Maria de Nazaré)
Observação:
Possíveis leituras do Evangelho - Mc 10, 46-52 ou Lc 24, 13-34.
09 - Jogo da Bola
Objetivos
Apresentação, descontração, integração, aquecimento, levantamento de expectativas, vitalizador.
Apresentação, descontração, integração, aquecimento, levantamento de expectativas, vitalizador.
Participantes
Até 15
Até 15
Recursos
Bola
Bola
Tempo
20 min
20 min
Instruções
Todos os participantes ficam em pé, inclusive o Facilitador,
formando um círculo.
Em posse da bola, cada participante deve dizer: NOME, APELIDO e um "HOBBY".
Iniciando pelo Facilitador, todos se apresentam.
Aquele que deixar cair a bola, passar para um participante que já se apresentou ou esquecer algum item da apresentação, recebe um "castigo" imposto pelo grupo (imitar, cantar, declamar, etc.).
VARIAÇÃO: ao invés do apelido ou "hobby", pode-se questionar: estado civil, número de filhos, expectativa diante do trabalho (com uma palavra), o que tem de melhor de si para dar ao grupo (em uma palavra). É importante haver, no mínimo, três questões.
Em posse da bola, cada participante deve dizer: NOME, APELIDO e um "HOBBY".
Iniciando pelo Facilitador, todos se apresentam.
Aquele que deixar cair a bola, passar para um participante que já se apresentou ou esquecer algum item da apresentação, recebe um "castigo" imposto pelo grupo (imitar, cantar, declamar, etc.).
VARIAÇÃO: ao invés do apelido ou "hobby", pode-se questionar: estado civil, número de filhos, expectativa diante do trabalho (com uma palavra), o que tem de melhor de si para dar ao grupo (em uma palavra). É importante haver, no mínimo, três questões.
10 - Locomotiva humana
Objetivo
Atenção, percepção, memória, integração.
Participantes
20
20
Recursos
Fita ou CD com trechos de músicas em diferentes ritmos, aparelho de som.30 min
Fita ou CD com trechos de músicas em diferentes ritmos, aparelho de som.30 min
Tempo
30 min
30 min
Instruções
As pessoas caminham pela sala durante aproximadamente 5 minutos relembrando o nome dos demais participantes e observando uma qualidade presente em cada um deles.
O facilitador coloca uma fita com diversos trechos de músicas.
Um dos participantes inicia a dinâmica identificado como locomotiva e sai pela sala dizendo o nome e a qualidade de uma das pessoas do grupo, no ritmo da música.
Aquele que foi chamado prende-se à cintura da locomotiva e chama outro participante, destacando sua qualidade ( sem sair do ritmo da música que estiver tocando no momento ).
Este processo deve ser repetido até que o trem esteja formado por todos os integrantes do grupo.
VARIAÇÃO: Após todos os participantes terem formado o trem, pode-se fazer o processo inverso, a fim de ampliar a dinâmica: antes de cada um se sentar deve pronunciar o nome e a qualidade daquele que está a sua frente até que se chegue à locomotiva.
As pessoas caminham pela sala durante aproximadamente 5 minutos relembrando o nome dos demais participantes e observando uma qualidade presente em cada um deles.
O facilitador coloca uma fita com diversos trechos de músicas.
Um dos participantes inicia a dinâmica identificado como locomotiva e sai pela sala dizendo o nome e a qualidade de uma das pessoas do grupo, no ritmo da música.
Aquele que foi chamado prende-se à cintura da locomotiva e chama outro participante, destacando sua qualidade ( sem sair do ritmo da música que estiver tocando no momento ).
Este processo deve ser repetido até que o trem esteja formado por todos os integrantes do grupo.
VARIAÇÃO: Após todos os participantes terem formado o trem, pode-se fazer o processo inverso, a fim de ampliar a dinâmica: antes de cada um se sentar deve pronunciar o nome e a qualidade daquele que está a sua frente até que se chegue à locomotiva.
11 - Kinder Ovo
Objetivo:
Mostrar a importância de ter valores e planos para a nossa vida, que é única.
Quantidade de Participantes:
7 a 15 pessoas
Material:
Ovos de chocolate da marca Kinder na mesma quantidade do número de integrantes.
Tempo Estimado:
30 minutos
Desenvolvimento:
O coordenador deve pedir que os integrantes fechem os olhos. Em seguida deve começar a contar a estória de um pássaro azul muito belo e capaz de vôos muito altos, por lugares muito bonitos, que está trazendo uma surpresa para os integrantes do grupo. O relato deve começar por lugares distantes, com uma descrição detalhada da beleza destes lugares e de como eles fazem parte do plano de Deus. Aos poucos o pássaro azul deve se aproximar do local da reunião, sempre se destacando a perfeição e a beleza de todos os lugares. Por fim, o pássaro chega no local da reunião com uma surpresa para cada integrante. Estes podem então abrir os olhos e cada um verá a sua frente um Kinder ovo. O relato deve ser bem trabalhado e dar tempo para que todos os ovos sejam devidamente colocados próximo aos integrantes. Para isso, o coordenador deve se locomover durante o relato. E para garantir os resultados da dinâmica, os ovos não podem ser vistos pelos integrantes antes do final do relato. Após abrirem os olhos, os integrantes devem abrir seus ovos e montar sua surpresa trazida pelo pássaro azul. Então devem ser colocados os seguintes questionamentos ao grupo:
* O que você esperava que fosse trazido pelo pássaro azul para você?
* De que forma você pensa que está inserido no plano de Deus? O que te espera no futuro?
* O que VOCÊ está construindo na sua vida, que é um todo indivisível?.
Objetivo:
Mostrar a importância de ter valores e planos para a nossa vida, que é única.
Quantidade de Participantes:
7 a 15 pessoas
Material:
Ovos de chocolate da marca Kinder na mesma quantidade do número de integrantes.
Tempo Estimado:
30 minutos
Desenvolvimento:
O coordenador deve pedir que os integrantes fechem os olhos. Em seguida deve começar a contar a estória de um pássaro azul muito belo e capaz de vôos muito altos, por lugares muito bonitos, que está trazendo uma surpresa para os integrantes do grupo. O relato deve começar por lugares distantes, com uma descrição detalhada da beleza destes lugares e de como eles fazem parte do plano de Deus. Aos poucos o pássaro azul deve se aproximar do local da reunião, sempre se destacando a perfeição e a beleza de todos os lugares. Por fim, o pássaro chega no local da reunião com uma surpresa para cada integrante. Estes podem então abrir os olhos e cada um verá a sua frente um Kinder ovo. O relato deve ser bem trabalhado e dar tempo para que todos os ovos sejam devidamente colocados próximo aos integrantes. Para isso, o coordenador deve se locomover durante o relato. E para garantir os resultados da dinâmica, os ovos não podem ser vistos pelos integrantes antes do final do relato. Após abrirem os olhos, os integrantes devem abrir seus ovos e montar sua surpresa trazida pelo pássaro azul. Então devem ser colocados os seguintes questionamentos ao grupo:
* O que você esperava que fosse trazido pelo pássaro azul para você?
* De que forma você pensa que está inserido no plano de Deus? O que te espera no futuro?
* O que VOCÊ está construindo na sua vida, que é um todo indivisível?.
12 - Dinâmica da Bala
Objetivo:
Abordar pontos positivos e negativos individuais dos integrantes do grupo.
Quantidade de Participantes:
7 a 15 pessoas
Material:
Balas de cereja (com sabor azedo) e bombons na proporção de uma de cada tipo para cada integrante do grupo. (Obs.: Nada impede que o número de balas e bombons seja aumentado ou que os mesmos sejam novamente utilizados durante a dinâmica, opção do coordenador. Esta dinâmica é mais indicada para grupos homogêneos em termos de laços de amizade.)
Tempo Estimado:
30 minutos
Desenvolvimento:
O coordenador deve distribuir as balas e bombons para os integrantes do grupo. Cada integrante deve distribui-los do seguinte modo:
* O bombom é dado a uma pessoa que tenha feito algo positivo que tenha chamado a atenção do integrante.
* A bala azeda é dado a uma pessoa que tenha agido de maneira que tenha entristecido a pessoa que deu a bala ou alguma outra pessoa.
A distribuição não deve apresentar nenhuma ordem em especial, sendo totalmente espontânea. Uma bala ou bombom pode ser dado a alguém que já tenha recebido outra do mesmo tipo. Os integrantes podem dar balas ou bombons para si próprios. A apresentação correspondente às balas azedas deve ser feita com sinceridade, mas também com muita sensibilidade para que a pessoa, sem ser ofendida, possa rever algumas de suas ações.
13 - As Dimensões da Liderança
Objetivo:
Focalizar as responsabilidades e os problemas da liderança.
Quantidade de Participantes:
12 pessoas
Material:
Moedas ou cédulas que serão coletadas entre os membros do grupo.
Tempo Estimado:
1 hora
Desenvolvimento:
Este exercício pode ser feito logo após o a dinâmica "Qualidade do Líder Democrático", mas pode também ser adaptado a qualquer outro no qual é eleito um líder.
I. O coordenador pede que o grupo faça a eleição de um líder que deverá coletar a importância de r$ 2,00 de cada membro do grupo.
A seguir explicará que o dinheiro será redistribuído pelo líder, na base de um múltiplo critério;
II. O coordenador solicita a ajuda do grupo no sentido de sugerir os múltiplos critério para a redistribuição do dinheiro. Querendo, poderá formar subgrupos. O líder eleito não tomará parte, mas poderá passar de grupo em grupo para observar. O critério poderá incluir, por exemplo, os indivíduos mais votados, os que mais influenciarem na escolha do líder e outros;
III. Feitas as sugestões, caberá ao líder eleito fazer sua decisão, baseado ou não num dos critérios apontados. Todo critério é válido, exceto o de redistribuir o dinheiro, dando a cada um a mesma importância;
IV. O líder processará a redistribuição do dinheiro, explicando o critério que irá adotar, seguindo-se um debate em torno do exercício realizado.
14 - Evangelho em Pedaços
Objetivo:
Estimular a procura e análise de passagens da Bíblia.
Quantidade de Participantes:
10 a 15 pessoas
Material:
Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de passagens) com indicação do livro, capítulo e versículos.
Tempo Estimado:
30 minutos
Desenvolvimento:
Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e procura compreendê-lo. Para melhorar a compreensão do trecho, deve consultar a passagem completa na Bíblia. Em seguida, os integrantes devem ler o seu trecho e comentá-lo para o grupo. Ao final, é aberto o debato sobre os trechos selecionados e as mensagens por eles transmitidas.
Objetivo:
Estimular a procura e análise de passagens da Bíblia.
Quantidade de Participantes:
10 a 15 pessoas
Material:
Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de passagens) com indicação do livro, capítulo e versículos.
Tempo Estimado:
30 minutos
Desenvolvimento:
Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e procura compreendê-lo. Para melhorar a compreensão do trecho, deve consultar a passagem completa na Bíblia. Em seguida, os integrantes devem ler o seu trecho e comentá-lo para o grupo. Ao final, é aberto o debato sobre os trechos selecionados e as mensagens por eles transmitidas.
15 - Um Trabalho em Equipe
Objetivo:
Demonstrar a eficiência de um trabalho de equipe.
Quantidade de Participantes:
5 a 7 pessoas
Material:
Uma cópia para cada membro da avenida complicada, caneta
Tempo Estimado:
30 minutos
Desenvolvimento:
1. A tarefa do grupo consiste em encontrar um método de trabalho que resolva com máxima rapidez o problema da avenida complicada;
2. O coordenador formará subgrupos de 5 a 7 pessoas, entregando a cada participante uma cópia da avenida complicada;
3. Todos os subgrupos procurarão resolver o problema da avenida complicada, com a ajuda de toda a equipe;
4. Obedecendo as informações constantes da cópia a solução final deverá apresentar cada uma das cinco casa caracterizadas quanto a cor, ao proprietário, a condução, a bebida e ao animal doméstico;
5. Será vencedor da tarefa o subgrupo que apresentar por primeiro a solução do problema;
6. Terminado o exercício, cada subgrupo fará uma avaliação acerca da participação dos membros da equipe na tarefa grupal;
7. O coordenador poderá formar um plenário com a participação de todos os membros dos subgrupos para comentários e depoimentos.
A avenida complicada
A tarefa do grupo consiste em encontrar um método de trabalho que possa resolver, com a máxima brevidade possível, o problema da avenida complicada.
Sobre a avenida complicada encontram-se cinco casas numeradas; 801, 803, 805, 807 e 809, da esquerda para a direita. Cada casa caracteriza-se pela cor diferente, pelo proprietário que é de nacionalidade diferente, pela condução que é de marca diferente, pela bebida diferente e pelo animal doméstico diferente.
As informações que permitirão a solução da avenida complicada são: As cinco casas estão localizadas sobre a mesma avenida e no mesmo lado. O mexicano mora na casa vermelha, O peruano tem um carro mercedes-benz, O argentino possui um cachorro, O chileno bebe coca-cola, Os coelhos estão a mesma distância do cadilac e da cerveja, O gato não bebe café e não mora na casa azul, Na casa verde bebe-se whisky, A vaca é vizinha da casa onde se bebe coca-cola, A casa verde é vizinha da casa direita, cinza, O peruano e o argentino são vizinhos, O proprietário do volkswagem cria coelhos, O chevrolet pertence a casa de cor rosa, Bebe-se pepsi-cola na 3 casa, O brasileiro é vizinho da casa azul, O proprietário do carro ford bebe cerveja, O proprietário da vaca é vizinho do dono do cadilac, O proprietário do carro chevrolet é vizinho do dono do cavalo.
Objetivo:
Demonstrar a eficiência de um trabalho de equipe.
Quantidade de Participantes:
5 a 7 pessoas
Material:
Uma cópia para cada membro da avenida complicada, caneta
Tempo Estimado:
30 minutos
Desenvolvimento:
1. A tarefa do grupo consiste em encontrar um método de trabalho que resolva com máxima rapidez o problema da avenida complicada;
2. O coordenador formará subgrupos de 5 a 7 pessoas, entregando a cada participante uma cópia da avenida complicada;
3. Todos os subgrupos procurarão resolver o problema da avenida complicada, com a ajuda de toda a equipe;
4. Obedecendo as informações constantes da cópia a solução final deverá apresentar cada uma das cinco casa caracterizadas quanto a cor, ao proprietário, a condução, a bebida e ao animal doméstico;
5. Será vencedor da tarefa o subgrupo que apresentar por primeiro a solução do problema;
6. Terminado o exercício, cada subgrupo fará uma avaliação acerca da participação dos membros da equipe na tarefa grupal;
7. O coordenador poderá formar um plenário com a participação de todos os membros dos subgrupos para comentários e depoimentos.
A avenida complicada
A tarefa do grupo consiste em encontrar um método de trabalho que possa resolver, com a máxima brevidade possível, o problema da avenida complicada.
Sobre a avenida complicada encontram-se cinco casas numeradas; 801, 803, 805, 807 e 809, da esquerda para a direita. Cada casa caracteriza-se pela cor diferente, pelo proprietário que é de nacionalidade diferente, pela condução que é de marca diferente, pela bebida diferente e pelo animal doméstico diferente.
As informações que permitirão a solução da avenida complicada são: As cinco casas estão localizadas sobre a mesma avenida e no mesmo lado. O mexicano mora na casa vermelha, O peruano tem um carro mercedes-benz, O argentino possui um cachorro, O chileno bebe coca-cola, Os coelhos estão a mesma distância do cadilac e da cerveja, O gato não bebe café e não mora na casa azul, Na casa verde bebe-se whisky, A vaca é vizinha da casa onde se bebe coca-cola, A casa verde é vizinha da casa direita, cinza, O peruano e o argentino são vizinhos, O proprietário do volkswagem cria coelhos, O chevrolet pertence a casa de cor rosa, Bebe-se pepsi-cola na 3 casa, O brasileiro é vizinho da casa azul, O proprietário do carro ford bebe cerveja, O proprietário da vaca é vizinho do dono do cadilac, O proprietário do carro chevrolet é vizinho do dono do cavalo.
16 - Aulinha
Objetivo:
Desenvolver nos participantes a capacidade de improvisação, síntese, clareza e de avaliação.
Quantidade de Participantes:
25 a 30 pessoas
Material:
O mesmo número de temas para o de participantes do grupo.
Tempo Estimado:
35 minutos
Desenvolvimento:
A AULINHA é dada quando o grupo tem dificuldade de expressão, é inibido e prolixo. Para isso o coordenador:
1. Entrega a cada participante o tema, sobre o qual deverá expor suas idéias, durante dois ou três minutos;
2. O membro participante anterior ou posterior dará uma nota ou conceito ao expositor, que será comunicada ao grupo no final do exercício;
3. A AULINHA permite diversas variações, tais como:
A) O coordenador em vez de dar a cada participante um título de tema para dissertar em público, poderá utilizar somente um tema, ou então vários temas mas com uma introdução para auxiliar as pessoas, ou até mesmo um texto para ser lido.
B) Ou ainda pode-se utilizar uma folha em branco para que cada participante possa lançar nela no mínimo dois assuntos da atualidade, notícias recentes de jornais. A seguir recolherá os assuntos, que cada participante possa dar sua AULINHA, escolhendo um dos artigos constantes na papeleta.
Objetivo:
Desenvolver nos participantes a capacidade de improvisação, síntese, clareza e de avaliação.
Quantidade de Participantes:
25 a 30 pessoas
Material:
O mesmo número de temas para o de participantes do grupo.
Tempo Estimado:
35 minutos
Desenvolvimento:
A AULINHA é dada quando o grupo tem dificuldade de expressão, é inibido e prolixo. Para isso o coordenador:
1. Entrega a cada participante o tema, sobre o qual deverá expor suas idéias, durante dois ou três minutos;
2. O membro participante anterior ou posterior dará uma nota ou conceito ao expositor, que será comunicada ao grupo no final do exercício;
3. A AULINHA permite diversas variações, tais como:
A) O coordenador em vez de dar a cada participante um título de tema para dissertar em público, poderá utilizar somente um tema, ou então vários temas mas com uma introdução para auxiliar as pessoas, ou até mesmo um texto para ser lido.
B) Ou ainda pode-se utilizar uma folha em branco para que cada participante possa lançar nela no mínimo dois assuntos da atualidade, notícias recentes de jornais. A seguir recolherá os assuntos, que cada participante possa dar sua AULINHA, escolhendo um dos artigos constantes na papeleta.
17 - Técnica de Encontro
Objetivo:
- Estabelecer um comunicação real.
- Auxiliar os participante a se tornarem conscientes de sua verdadeira reação uns em relação aos outros, através do uso dos sentimentos em todo o corpo.
Quantidade de Participantes:
25 pessoas
Tempo Estimado:
1 hora
Desenvolvimento:
1. O coordenador convida dois voluntários para que fiquem de pé, uma em cada extremidade da sala, silenciosas, olhando-se nos olhos, e andando muito lentamente, uma em direção à outra.
2. Sem haverem nada planejado, quando as duas pessoas se encontrar bem próximas uma da outra, deverão fazer o que quer que sintam impelidas a fazer.
3. Poderão continuar o encontro durante o tempo que quiserem.
4. Terminado o encontro, o exercício prossegue, com outros dois, caso seja necessário.
5. No final da experiência, seguem-se os comentários não só dos protagonistas, como dos observadores.
18 - Minha vida pelas figuras
Objetivos
Integração, apresentação, aquecimento, sensibilização, percepção de si, reflexão, comunicação, conhecimento de si.
Objetivos
Integração, apresentação, aquecimento, sensibilização, percepção de si, reflexão, comunicação, conhecimento de si.
Participantes
10
10
Recursos
Figuras diversas (pessoas, formas, animais) de jornais, revistas, em branco e preto ou colorido.
Figuras diversas (pessoas, formas, animais) de jornais, revistas, em branco e preto ou colorido.
Tempo
50 min
50 min
Instruções
Individualmente, solicitar que os participantes pensem (ou
escrevam) a estória da sua vida (familiar, afetiva, profissional), por
aproximadamente 10 minutos.
Espalhar figuras pelo chão (ou mesa grande) para que cada um
procure aquela que mais se identifica.
Importante, nesta técnica, ter disponível muito maior número de
figuras do que de participantes, para que fiquem à vontade na escolha.
Sucintamente, solicitar que cada participante conte a estória de
sua vida através da figura, onde dirá o que chamou sua atenção sobre ela.
VARIAÇÃO: pode-se eliminar a fase de reflexão individual.
19 - Comprido para a fé
Objetivo:
Nós, Templo do Espírito Santo. A graça de Deus na vida do cristão.
Material:
Três copos com água. Três comprimidos efervescentes. (aqueles com envelope tipo sonrisal)
Desenvolvimento:
1. Colocar três copos com água sobre a mesa.
2. Pegar três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.
3. Pedir para prestarem atenção e colocar o primeiro comprimido com a embalagem ao lado do primeiro copo com água.
4. Colocar o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem.
5. Por fim, retirar o terceiro comprimido da embalagem e colocá-lo dentro do terceiro copo com água.
6. Pedir que os participantes digam o que observaram.
Objetivo:
Nós, Templo do Espírito Santo. A graça de Deus na vida do cristão.
Material:
Três copos com água. Três comprimidos efervescentes. (aqueles com envelope tipo sonrisal)
Desenvolvimento:
1. Colocar três copos com água sobre a mesa.
2. Pegar três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.
3. Pedir para prestarem atenção e colocar o primeiro comprimido com a embalagem ao lado do primeiro copo com água.
4. Colocar o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem.
5. Por fim, retirar o terceiro comprimido da embalagem e colocá-lo dentro do terceiro copo com água.
6. Pedir que os participantes digam o que observaram.
20 - O Encontro de Dois Grupos
Objetivo:
- Melhorar as relações entre dois grupos.
- Explorar a interação de grupos.
Quantidade de Participantes:
Dois grupos com não mais de 15 pessoas.
Material:
Folhas grandes de cartolina.
Tempo Estimado:
2 horas
Desenvolvimento:
O coordenador forma dois subgrupos. Cada um deverá responder, numa das folhas de cartolina:
- Como o nosso grupo vê o outro grupo?
- Como o nosso grupo pensa que somos vistos pelo outro grupo?
Após 1 hora reuni-se todo o grupo e o(s) representante(s) de cada subgrupo deverá expor a conclusão do subgrupo. Novamente os subgrupos se reúnem para preparar uma resposta ao outro subgrupo e após meia hora forma-se o grupo grande de novo e serão apresentadas as defesas, podendo haver a discussão.
- Melhorar as relações entre dois grupos.
- Explorar a interação de grupos.
Quantidade de Participantes:
Dois grupos com não mais de 15 pessoas.
Material:
Folhas grandes de cartolina.
Tempo Estimado:
2 horas
Desenvolvimento:
O coordenador forma dois subgrupos. Cada um deverá responder, numa das folhas de cartolina:
- Como o nosso grupo vê o outro grupo?
- Como o nosso grupo pensa que somos vistos pelo outro grupo?
Após 1 hora reuni-se todo o grupo e o(s) representante(s) de cada subgrupo deverá expor a conclusão do subgrupo. Novamente os subgrupos se reúnem para preparar uma resposta ao outro subgrupo e após meia hora forma-se o grupo grande de novo e serão apresentadas as defesas, podendo haver a discussão.
21 - Os três copos
Orientação:
a) Preparar o ambiente, tendo uma
mesa com três copos com água, um com óleo,
um pires com terra e um pouco de vinho tinto.
b) Convidar pessoas para misturarem
óleo no primeiro copo de água, terra no segundo
e vinho no terceiro, de tal forma que todos vejam.
Desenvolvimento: Após a dinâmica pedir que os alunos observem o que aconteceu. Em seguida, refletir juntos.
a) Preparar o ambiente, tendo uma
mesa com três copos com água, um com óleo,
um pires com terra e um pouco de vinho tinto.
b) Convidar pessoas para misturarem
óleo no primeiro copo de água, terra no segundo
e vinho no terceiro, de tal forma que todos vejam.
Desenvolvimento: Após a dinâmica pedir que os alunos observem o que aconteceu. Em seguida, refletir juntos.
Analisar: * Qual a diferença entre as misturas de cada copo?
* Isso tem algo a ver com nossa vida?
Com nossa forma de participar da comunidade cristã?
* O que simboliza o óleo na
água? A terra? O vinho?
* Que tipo de cristãos lembram
as três misturas?
Deixar que os adolescentes partilhem.
Lembrar aos alunos as diversas vocações
específicas que existem dentro da Igreja: Leiga (Solteiro(a),
Casado(a), Religiosa, Missionária Específica,
Sacerdotal (Bispo, Padre, Diácono permanente).
* Isso tem algo a ver com nossa vida?
Com nossa forma de participar da comunidade cristã?
* O que simboliza o óleo na
água? A terra? O vinho?
* Que tipo de cristãos lembram
as três misturas?
Deixar que os adolescentes partilhem.
Lembrar aos alunos as diversas vocações
específicas que existem dentro da Igreja: Leiga (Solteiro(a),
Casado(a), Religiosa, Missionária Específica,
Sacerdotal (Bispo, Padre, Diácono permanente).
22 - Evangelho em Pedaços
Objetivo:
Estimular a procura e análise de passagens da Bíblia.
Quantidade de Participantes:
10 a 15 pessoas
Material:
Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de passagens) com indicação do livro, capítulo e versículos.
Tempo Estimado:
30 minutos
Desenvolvimento:
Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e procura compreendê-lo. Para melhorar a compreensão do trecho, deve consultar a passagem completa na Bíblia. Em seguida, os integrantes devem ler o seu trecho e comentá-lo para o grupo. Ao final, é aberto o debato sobre os trechos selecionados e as mensagens por eles transmitidas.
Objetivo:
Estimular a procura e análise de passagens da Bíblia.
Quantidade de Participantes:
10 a 15 pessoas
Material:
Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de passagens) com indicação do livro, capítulo e versículos.
Tempo Estimado:
30 minutos
Desenvolvimento:
Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e procura compreendê-lo. Para melhorar a compreensão do trecho, deve consultar a passagem completa na Bíblia. Em seguida, os integrantes devem ler o seu trecho e comentá-lo para o grupo. Ao final, é aberto o debato sobre os trechos selecionados e as mensagens por eles transmitidas.
23 - O desafio na vida do Jovem
Conseguir várias figuras que mostrem a realidade
do mundo e do jovem. Ex.: figuras de solidão, pobreza, injustiça,
riqueza, amizade, festa, tristeza, família, drogas, educação...;
colocá-las ao redor de uma imagem com o rosto de Jesus.
do mundo e do jovem. Ex.: figuras de solidão, pobreza, injustiça,
riqueza, amizade, festa, tristeza, família, drogas, educação...;
colocá-las ao redor de uma imagem com o rosto de Jesus.
Motivar o grupo
a permanecer em silêncio por alguns minutos, olhando atentamente
as figuras e sentindo o que elas ‘falam’ a cada um. (Obs.: se acharem
oportuno, podem colocar neste momento de reflexão, uma música
instrumental que ajude na concentração).
a permanecer em silêncio por alguns minutos, olhando atentamente
as figuras e sentindo o que elas ‘falam’ a cada um. (Obs.: se acharem
oportuno, podem colocar neste momento de reflexão, uma música
instrumental que ajude na concentração).
Depois, o animador convida os jovens para partilhar o
que sentiram neste momento.
que sentiram neste momento.
24 - O cego Bartimeu
O animador lê o seguinte texto Mc 10, 46-52
Em seguida, confecciona seis corações de cartolina.
Na seqüência, escreve uma frase em cada um:
1. Jesus, filho de Davi, tende piedade de mim!
2. Repreenderam e mandaram que ficasse quieto.
3. O cego jogou o manto fora, deu um pulo e foi com Jesus.
4. Coragem, levante-se, porque Jesus está chamando você.
5. O cego começou a ver de novo e seguiu Jesus pelo caminho.
6. Jesus perguntou: O que você quer que eu faça por você?
Orientação:
Cortar os corações formando um quebra-cabeças(3
ou 4 partes).
Formar grupos. Cada grupo monta um quebra-cabeças(coração).
Ao formar a frase, o grupo deverá conversar sobre seu significado.
Escolher de forma criativa uma forma de apresentar a frase aos demais.
Em seguida, confecciona seis corações de cartolina.
Na seqüência, escreve uma frase em cada um:
1. Jesus, filho de Davi, tende piedade de mim!
2. Repreenderam e mandaram que ficasse quieto.
3. O cego jogou o manto fora, deu um pulo e foi com Jesus.
4. Coragem, levante-se, porque Jesus está chamando você.
5. O cego começou a ver de novo e seguiu Jesus pelo caminho.
6. Jesus perguntou: O que você quer que eu faça por você?
Orientação:
Cortar os corações formando um quebra-cabeças(3
ou 4 partes).
Formar grupos. Cada grupo monta um quebra-cabeças(coração).
Ao formar a frase, o grupo deverá conversar sobre seu significado.
Escolher de forma criativa uma forma de apresentar a frase aos demais.
25 - Recordação da Infância
Objetivo:
Proporcionar o conhecimento recíproco da infância de cada integrante.
Quantidade de Participantes:
7 a 15 pessoas
Material:
Perguntas preparados pelo coordenador em número superior ao número de integrantes. (Obs.: Deve-se evitar perguntas que levem a recordações tristes.)
Tempo Estimado:
30 minutos
Desenvolvimento:
Cada integrante recebe aleatoriamente uma pergunta e a lê em voz alta para os demais, respondendo-a em seguida. As perguntas podem ser reutilizadas. Propostas de perguntas:
* Como era seu melhor amigo(a)?
* Como foi sua crisma?
* Como foi sua Primeira Eucaristia?
* Como seu pai gostaria que você fosse?
* O que você imaginava ser quando crescesse?
* Quais os seus sonhos de infância?
* Qual a melhor lembrança de seu padrinho?
* Qual a melhor lembrança de seu pai?
* Qual a melhor lembrança de sua infância?
* Qual a melhor lembrança de seu madrinha?
* Qual a melhor lembrança de seu mãe?
* Qual a sua primeira grande alegria?
* Qual o seu primeiro contato com Deus?
* Quando você descobriu que Cristo morreu por nós?
* Quando você rezou a primeira Ave-Maria?
* Quem te ensinou a rezar pela primeira vez
Objetivo:
Proporcionar o conhecimento recíproco da infância de cada integrante.
Quantidade de Participantes:
7 a 15 pessoas
Material:
Perguntas preparados pelo coordenador em número superior ao número de integrantes. (Obs.: Deve-se evitar perguntas que levem a recordações tristes.)
Tempo Estimado:
30 minutos
Desenvolvimento:
Cada integrante recebe aleatoriamente uma pergunta e a lê em voz alta para os demais, respondendo-a em seguida. As perguntas podem ser reutilizadas. Propostas de perguntas:
* Como era seu melhor amigo(a)?
* Como foi sua crisma?
* Como foi sua Primeira Eucaristia?
* Como seu pai gostaria que você fosse?
* O que você imaginava ser quando crescesse?
* Quais os seus sonhos de infância?
* Qual a melhor lembrança de seu padrinho?
* Qual a melhor lembrança de seu pai?
* Qual a melhor lembrança de sua infância?
* Qual a melhor lembrança de seu madrinha?
* Qual a melhor lembrança de seu mãe?
* Qual a sua primeira grande alegria?
* Qual o seu primeiro contato com Deus?
* Quando você descobriu que Cristo morreu por nós?
* Quando você rezou a primeira Ave-Maria?
* Quem te ensinou a rezar pela primeira vez
26 - Dinâmica do "O que você parece pra mim...
"
Esta dinâmica pode ser empregada de duas maneiras, como interação do grupo com objetivos
de apontar falhas, exautar qualidades, melhorando a socialização de um determinado
grupo.
Material: papel cartão, canetas hidrocor e fita crepe.
Desenvolvimento: Cola-se um cartão nas costas de cada participante com uma fita crepe.
Cada participante deve ficar com uma caneta hidrocor. Ao sinal, os participantes devem escrever
no cartão de cada integrante o que for determinado pelo coordenador da dinâmica
(em forma de uma palavra apenas), exemplos:
1) Qualidade que você destaca nesta pessoa;
2) Defeito ou sentimento que deve ser trabalhado pela pessoa;
3) Nota que cada um daria para determinada característica ou objetivo necessário a atingir
nesta dinâmica.
27 - Dinâmica do Nome
Esta dinâmica propõe um "quebra gelo" entre os participantes. Ela pode ser proposta no
primeiro dia em que um grupo se encontra. É ótima para gravação dos nomes de cada um.
Em círculo, assentados ou de pé, os participantes vão um a um ao centro da roda (ou no
próprio lugar) falam seu nome completo, juntamente com um gesto qualquer . Em seguida
todos devem dizer o nome da pessoa e repetir o gesto feito por ela.
Variação: Essa dinâmica pode ser feita apenas com o primeiro nome e o gesto da pessoa,
sendo que todos devem repetir em somatória, ou seja, o primeiro diz seu nome, com seu
gesto e o segundo diz o nome do anterior e gesto dele e seu nome e seu gesto... e assim
por diante. Geralmente feito com grupos pequenos, para facilitar a memorização. Mas poderá
ser estipulado um número máximo acumulativo, por exemplo após o 8º deve começar
um outro ciclo de 1-8 pessoas.
Autor: Desconhecido
28 - Dinâmica do "Escravos de Jó"
Esta dinâmica vem de uma brincadeira popular do mesmo nome, mas que nessa atividade
tem o objetivo de "quebra gelo" podendo ser observado a atenção e concentração dos participantes.
Em círculo, cada participante fica com um toquinho (ou qualquer objeto rígido).
Primeiro o Coordenador deve ter certeza de que todos sabem a letra da música que deve
ser:
Os escravos de jó jogavam cachangá;
os escravos de jó jogavam cachangá;
Tira, põe, deixa o zé pereira ficar;
Guerreiros com guerreiros fazem zigue, zigue zá (Refrão que repete duas vezes)
1º MODO NORMAL:
Os escravos de jó jogavam cachangá (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA);
os escravos de jó jogavam cachangá (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA);
Tira (LEVANTA O TOQUINHO), põe (PÕE NA SUA FRENTE NA MESA), deixa o zé pereira ficar
(APONTA PARA O TOQUINHO NA FRENTE E BALANÇA O DEDO);
Guerreiros com guerreiros fazem zigue (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA), zigue (VOLTA SEU TOQUINHO DA DIREITA PARA O COLEGA DA ESQUERDA), zá
(VOLTA SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA) (Refrão que repete duas vezes).
2º MODO:
Faz a mesma sequência acima só para a esquerda
3º MODO:
Faz a mesma sequência acima sem cantar em voz alta, mas canta-se em memória.
4º MODO:
Faz a mesma sequência acima em pé executando com um pé.
5º MODO:
Faz a mesma sequência acima com 2 toquinhos, um para cada lado.
29 - Dinâmica da "Escultura"
Esta dinâmica estimula a expressão corporal e criatividade.
2 x 2 ou 3 x 3, os grupos devem fazer a seguinte tarefa:
Um participante trabalha com escultor enquanto os outro (s) ficam estátua (parados). O escultor
deve usar a criatividade de acordo com o objetivo esperado pelo Coordenador, ou
seja, pode buscar:
-estátua mais engraçada
-estátua mais criativa
-estátua mais assustadora
-estátua mais bonita, etc.
Quando o escultor acabar (estipulado o prazo para que todos finalizem), seu trabalho vai ser
julgado juntamente com os outros grupos. Pode haver premiação ou apenas palmas.
30 - Dinâmica da "Sensibilidade"
Dois círculos com números iguais de participantes, um dentro e outro fora. O grupo de dentro
vira para fora e o de fora vira para dentro. Todos devem dar as mãos, sentí-las, tocá-las
bem, estudá-las. Depois, todos do grupo interno devem fechar os olhos e caminhar dentro
do círculo externo. Ao sinal, o Coordenador pede que façam novo círculo voltado para fora,
dentro do respectivo círculo. Ainda com os olhos fechados, proibido abrí-los, vão tocando de
mão em mão para descobrir quem lhe deu a mão anteriormente. O Grupo de fora é quem
deve movimentar-se. Caso ele encontre sua mão correta deve dizer _Esta! Se for verdade,
a dupla sai e se for mentira, volta a fechar os olhos e tenta novamente.
Obs: Essa dinâmica pode ser feita com outras partes do corpo, ex: Pés, orelha, olhos, joelhos,
etc. Tem o objetivo de melhorar a sensibilidade, concentração e socialização do grupo.
Autor: Desconhecido
13. Dinâmica do"Mestre"
Em círculo os participantes devem escolher uma pessoa para ser o advinhador. Este deve
sair do local. Em seguida os outros devem escolher um mestre para encabeçar os movimentos/
mímicas. Tudo que o mestre fizer ou disser, todos devem imitar . O advinhador tem 2
chances para saber quem é o mestre. Se errar volta e se acertar o mestre vai em seu lugar.
Esta dinâmica busca a criatividade, socialização, desinibição e a coordenação.
31 - Dinâmica do "Rolo de Barbante"
Em círculo os participantes devem se assentar. O Coordenador deve adquirir anteriormente
um rolo grande de barbante. E o primeiro participante deve, segurando a ponta do barbante,
jogar o rolo para alguém (o coordenador estipula antes ex: que gosta mais, que gostaria
de conhecer mais, que admira, que gostaria de lhe dizer algo, que tem determinada qualidade,
etc.) que ele queira e justificar o porquê! A pessoa agarra o rolo, segura o barbante e
joga para a próxima. Ao final torna-se uma "teia" grande.
Essa dinâmica pode ser feita com diversos objetivos e pode ser utilizada também em festas
e eventos como o Natal e festas de fim de ano. Ex: cada pessoa que enviar o barbante falar
um agradecimento e desejar feliz festas. Pode ser utilizado também o mesmo formato da
Dinâmica do Presente .
32 - Dinâmica do "Substantivo"
Em círculo os participantes devem estar de posse de um pedaço de papel e caneta. Cada
um deve escrever um substantivo ou adjetivo ou qualquer estipulado pelo Coordenador, sem
permitir que os outros vejam. Em seguida deve-se passar o papel para a pessoa da direita
para que este represente em forma de mímicas. Podendo representar uma palavra mais fá-
cil, dividí-la e ajuntar com outra para explicar a real palavra escrita pelo participante, mas é
proibido soltar qualquer tipo de som.
33 - Dinâmica do " Qualidade"
Cada um anota em um pequeno pedaço de papel a qualidade que acha importante em uma
pessoa. Em seguida todos colocam os papéis no chão, virados para baixo, ao centro da
roda. Ao sinal, todos devem pegar um papel e em ordem devem apontar rapidamente a
pessoa que tem esta qualidade, justificando.
34 - Dinâmica do " Pegadinha do Animal"
Entrega-se a cada participante um papel com o nome de um animal, sem ver o do outro.
Em seguida todos ficam em círculo de mãos dadas. Quando o animal for chamado pelo coordenador,
a pessoa correspondente ao animal, deve se agachar tentando abaixar os colegas
da direita e da esquerda. E os outros devem tentar impedir que ele se abaixe.
Obs: todos os animais são iguais, e quando o coordenador chama o nome do animal todos
vão cair de "bumbum" no chão, causando uma grande risada geral.
Objetivo: "quebra gelo" descontração geral.
35 - Dinâmica - A História da “Máquina Registrada”
Exercício de Decisão Grupal
Objetivos:
1. Demonstrar como a busca do consenso melhora a decisão.
2. Explorar o impacto que as suposições têm sobre a decisão.
Tamanho do grupo: Subgrupos formados com cinco a sete membros; sendo possível, orientar
vários subgrupos, simultaneamente.
Tempo exigido: quarenta minutos, aproximadamente.
Material utilizado:
- Uma cópia da história da “Máquina Registradora”, para cada membro participante e para
cada grupo.
- Lápis ou caneta.
Procedimento:
1. O animador distribui uma cópia da história da “Máquina Registradora” para cada membro
participante que durante sete a dez minutos, deverá ler e assinar as declarações consideradas
verdadeiras, falsas ou desconhecidas.
2. A seguir, serão formados subgrupos de cinco a sete membros, recebendo cada subgrupo
uma cópia da história da “Máquina Registradora”, para um trabalho de consenso de grupo,
durante doze a quinze minutos, registrando novamente as declarações consideradas verdadeiras,
falsas ou desconhecidas.
3. O animador, a seguir, anuncia as respostas corretas. (a declaração número 3 é falsa, e a
do número 6 é verdadeira, e todas as demais são desconhecidas).
4. Em continuação, haverá um breve comentário acerca da experiência vivida, focalizando-se
sobretudo o impacto que as suposições causam sobre a decisão e os valores do grupo.
Exercício da “Máquina Registradora”
A HISTÓRIA: Um negociante acaba de acender as luzes de uma loja de calçados, quando
surge um homem pedindo dinheiro. O proprietário abre uma máquina registradora. O conteúdo
da máquina registradora é retirado e o homem corre. Um membro da polícia é imediatamente
avisado.
Declaração acerca da história: Verdadeiro – Falso - Desconhecido
1. Um homem apareceu assim que o proprietário acendeu as luzes de sua loja de calçados
........... V F ?
2. O ladrão foi um homem......... V F ?
3. O homem não pediu dinheiro.......... V F ?
4. O homem que abriu a máquina registradora era o proprietário.................V F ?
5. O proprietário da loja de calçados retirou o conteúdo da máquina registradora e fugiu
........V F ?
6. Alguém abriu uma máquina registradora......... V F ?
7. Depois que o homem que pediu o dinheiro apanhou o conteúdo da máquina registradora,
fugiu....... V F ?
8. Embora houvesse dinheiro na máquina registradora, a história não diz a quantidade............
V F ?
9. O ladrão pediu dinheiro ao proprietário .................. V F ?
10. A história registra uma série de acontecimentos que envolveu três pessoas: o proprietário, um homem que pediu dinheiro é um membro da polícia ............ V F ?
11. Os seguintes acontecimentos da história são verdadeiros: alguém pediu dinheiro – uma
máquina registradora foi aberta – seu dinheiro foi retirado ...... V F ?
36 - Dinâmica: Medo de Desafios
Material: caixa, chocolate e aparelho de som (rádio ou CD).
Procedimento:
Encha a caixa com jornal para que não se perceba o que tem dentro. Coloque no fundo o chocolate e um bilhete: COMA O CHOCOLATE! Pede-se a turma que faça um círculo. O coordenador
segura a caixa e explica o seguinte pra turma: -Estão vendo esta caixa? Dentro
dela existe uma ordem a ser cumprida, vamos brincar de batata quente com ela, e aquele
que ficar com a caixa terá que cumprir a tarefa sem reclamar. Independente do que seja...
ninguém vai poder ajudar, o desafio deve ser cumprido apenas por quem ficar com a caixa
(é importante assustar a turma para que eles sintam medo da caixa, dizendo que pode ser
uma tarefa extremamente difícil ou vergonhosa).
Começa a brincadeira, com a música ligada, devem ir passando a caixa de um para o outro.
Quando a música for interrompida (o coordenador deve estar de costas para o grupo
para não ver com quem está a caixa) aquele que ficou com a caixa terá que cumprir a
tarefa...é importante que o coordenador faça comentários do tipo: Você está preparado? Se
não tiver coragem... Depois de muito suspense quando finalmente o jovem abre a caixa encontra
a gostosa surpresa. (O jovem não pode repartir o presente com ninguém).
Objetivos:
O objetivo desta brincadeira é mostrar como somos covardes diante de situações que
possam representar perigo ou vergonha. Devemos aprender que em Deus podemos superar
todos os desafios que são colocados a nossa frente, por mais que pareça tudo tão desesperador,
o final pode ser uma feliz notícia.
37 - Dinâmica: Sorriso Milionário
Material: bolinhas de papel amassado
Procedimento:
Essa dinâmica é usada para descontrair e integrar o grupo de uma forma divertida. Cada
bolinha vale R$1.000,00. O professor distribuirá para cada pessoa do grupo 5 bolinhas de
papel, essas deverão estar dispersas no local onde será realizada a brincadeira. Dado o sinal
os alunos deverão sair e procurar um companheiro, em seguida devem parar em sua frente,
olhar fixamente nos olhos desse companheiro que por sua vez não pode sorrir. Quem sorrir
primeiro paga uma bolinha para a pessoa a quem sorriu. Vence quem terminar a brincadeira
com mais "dinheiro", que será o milionário.
38 - Aprendizado
Verificação se aprendeu o conteúdo explicado na sala de aula ou dentro de um módulo
Material: Quadro Negro, Giz, Perguntas da matéria elaboradas pelo facilitador, uma fita cassete,
uma bola ou um objeto.
Procedimento:
A técnica busca verificar se a turma aprendeu o conteúdo explicado na sala de aula ou
dentro de um módulo.
O facilitador começa fazendo um joguinho da velha, dois membros serão escolhidos com
a música e passando a bola de mão em mão nos dois grupos. Cada grupo elegerá um nome
dentro do tema. Ao terminar a música, os dois membros vão ao centro e tiram par ou ímpar,
o vencedor escolhe X ou O (bolinha) e inicia a brincadeira. O facilitador passa a pergunta
ao grupo que perdeu. O Grupo escolhe um dos membros para falar, esta escolha é por
sorteio dentro do grupo. Cada membro do grupo vem para frente e vai responder a pergunta.
Se um deles não souber responder, ele pode pedir ajuda a um dos membros do seu grupo
mas agora quem escolhe é o membro que vai dar a resposta é o membro opositor. Não
tem sorteios. Se o grupo empatar, cada um pode arriscar pontos em um jogo da forca onde
será dado uma única vez a dica da palavra. Cada um grupo pode escolher o membro e definir
os pontos que arrisca. Se acertar, é o campeão. Se errar, é um risco. É claro que o tema
é definido anteriormente em sala de aula mas não é dito a razão de ser lido o tema. Se ambos
ainda empatarem, escolhem dois membros de cada grupo que vão fazer a dança das
cadeiras somente ficará na cadeira aquele que responder a pergunta que agora será falso
ou verdadeiro. Mesmo que sobre um, ele terá que arriscar pontos ou passar para outro membro então o outro grupo opositor vai escolher o membro que vai responder.
Na verdade, esta dinâmica mostra que nada na vida é fácil e tudo decorre de decisões e
riscos tanto dos líderes quanto da liderança e que toda decisão vai agir sobre toda a ação do
grupo. É uma reflexão sobre o que fazemos individualmente mas que age sobre o grupo que
vivemos e fazemos parte. A reunião de pessoas para um mesmo objetivo deve ser direcionada
para uma vitória do todo. Então temos uma mensagem QUE SEJA UM! Assim é nossa
missão na Terra a gente trabalha pela felicidade do Mundo porque somos parte desta humanidade.
O facilitador começa a fazer perguntas para os grupos sobre os momentos em que as
perguntas foram feitas e sobre as tomadas de decisão, depois coloca a mensagem que o
Grupo deve trabalhar como um todo e que nesta dinâmica todos venceram porque aprenderam
sobre o valor da tomada de decisões e que puderam traçar metas para atingir um objetivo.
Isto é que se deve fazer em sala de aula, todos em conjunto, uns ajudando aos outros.
39 - Dinâmica: do 1, 2, 3
Objetivo: Quebra-gelo
Procedimento:
1º momento: Formam-se duplas e então solicite para que os dois comecem a contar de
um a três, ora um começa, ora o outro. Fica Fácil.
2º momento: Solicite que ao invés de falar o número 1, batam palma, os outros números
devem ser pronunciados normalmente.
3º momento: Solicite que ao invés de falar o número 2, que batam com as duas mãos na
barriga, o número 3 deve ser pronunciado normalmente. Começa a complicar.
4º momento: Solicite que ao invés de falar o número 3, que dêm uma "reboladinha".
A situação fica bem divertida.
40 - Dinâmica do Amor
Moral: devemos desejar aos outros o que queremos para nós mesmos.
Procedimento:
Para início de ano Ler o texto ou contar a história do "Coração partido" - Certo homem
estava para ganhar o concurso do coração mais bonito. Seu coração era lindo, sem nenhuma
ruga, sem nenhum estrago. Até que apareceu um velho e disse que seu coração era o
mais bonito pois nele havia. Houve vários comentários do tipo: "Como seu coração é o mais
bonito, com tantas marcas?" O bom velhinho, então explicou que por isso mesmo seu coração era lindo. Aquelas marcas representavam sua vivência, as pessoas que ele amou e que
o amaram. Finalmente todos concordaram, o coração do moço, apesar de lisinho, não tinha
a experiência do velho." Após contar o texto distribuir um recorte de coração (chamex dobrado
ao meio e cortado em forma de coração), revistas, cola e tesoura. Os participantes
deverão procurar figuras que poderiam estar dentro do coração de cada um. Fazer a colagem
e apresentar ao grupo. Depois cada um vai receber um coração menor e será instruido
que dentro dele deverá escrever o que quer para o seu coração. Ou o que quer que seu coração
esteja cheio.. O meu coração está cheio de... No final o instrutor deverá conduzir o
grupo a trocar os corações, entregar o seu coração a outro. Fazer a troca de cartões com
uma música apropriada, tipo: Coração de Estudante, Canção da América ou outra.
41 - Dinâmica: “Convivendo com Máscaras”
Objetivo: Proporcionar o exercício da auto e heteropercepção.
Material: Cartolina colorida, tintas, colas, tesouras, papéis diversos e coloridos, palitos de churrasco, CD com a música quem é você (Chico Buarque)
Procedimento:
1. Com a música de fundo cada participante é convidado a construir uma máscara com os
materiais disponíveis na sala, que fale dele no momento atual.
2. A partir da sua máscara confeccionada, afixá-la no palito de churrasco para que cada um
se apresente falando de si através da mascara.
3. Organizar em subgrupos para que cada participante escolha: A máscara com que mais se
identifica; A máscara com que não se identifica; A máscara que gostaria de usar.
4. Após concluir a atividade em subgrupo, todos deverão colocar suas máscaras e fazer um
mini teatro improvisado.
5. Formar um círculo para que cada participante escolha um dos integrantes do grupo para
lhe dizer o que vê atraz de sua máscara...
6. Abrir para discussões no grupo.
7. Fechamento da vivência.
Esta dinâmica foi baseada na teoria de Vygotsky, visando o processo criativo, através da
representação, para a formação da subjetividade e intersubjetividade do indivíduo. Aplicada
ao público a partir de 9 anos
42 - Dinâmica: “dos problemas”
Material: Bexiga, tira de papel
Procedimento:
Formação em círculo, uma bexiga vazia para cada participante, com uma tira de papel dentro
(que terá uma palavra para o final da dinâmica)
O facilitador dirá para o grupo que aquelas bexigas são os problemas que enfrentamos no
nosso dia-a-dia (de acordo com a vivência de cada um), desinteresse, intrigas, fofocas,
competições, inimizade, etc.
Cada um deverá encher a sua bexiga e brincar com ela jogando-a para cima com as diversas
partes do corpo, depois com os outros participantes sem deixar a mesma cair.
Aos poucos o facilitador pedirá para alguns dos participantes deixarem sua bexiga no ar e
sentarem, o restante continuam no jogo. Quando o facilitador perceber que quem ficou no
centro não está dando conta de segurar todos os problemas peça para que todos voltem ao
círculo e então ele pergunta:
1) a quem ficou no centro, o que sentiu quando percebeu que estava ficando sobrecarregado;
2) a quem saiu, o que ele sentiu.
Depois destas colocações, o facilitador dará os ingredientes para todos os problemas, para
mostrar que não é tão difícil resolvermos problemas quando estamos juntos.
Ele pedirá aos participantes que estourem as bexigas e peguem o seu papel com o seu
ingrediente, um a um deverão ler e fazer um comentário para o grupo, o que aquela palavra
significa para ele.
Dicas de palavras ou melhores ingredientes:- amizade, solidariedade, confiança, cooperação, apoio, aprendizado, humildade, tolerância, paciência, diálogo, alegria, prazer, tranquilidade,
troca, crítica, motivação, aceitação, etc...
(as palavras devem ser feitas de acordo com o seu objetivo.
43 - Dinâmica: "Cabra cega no curral"
Objetivo: fazer com que o grupo se conheça de modo divertido,
principalmente os alunos vindos de outras escolas.
Material: Pedaço de papel em branco, caneta, saco plastico, pano preto para cobrir os olhos
e cadeiras.
Procedimento: Escreva tarefas para serem realizadas pelos alunos; recorte-ás e as coloque
dentro de um saco plástico para serem sorteadas; faça um círculo com as cadeiras e
coloque os alunos nas mesmas; escolha o primeiro participante e coloque o pano sobre os
seus olhos; coloque-o dentro do círculo e movimente-o de modo que perca a direção inicial;
o aluno deverá ir para qualquer direção de modo que encoste em outra que estará sentada,
esta não deverá sair do lugar. O participante que for tocado, deverá se apresentar e sortear
uma tarefa a ser realizada por ele mesmo; o participante que já foi tocado não poderá repetir,
de modo o que todos participem.
44 - Dinâmica: " das diferenças "
Material: Pedaço de papel em branco, caneta
Procedimento:
O condutor da dinâmica distribui folhas de papel sulfite em branco e canetas para o grupo.
O condutor da dinâmica pede que ao dar um sinal todos desenhem o que ele pedir sem
tirar a caneta do papel. Ele pede que iniciem, dando o sinal. Pede que desenhem um rosto
com olhos e nariz. Em seguida, pede que desenhem uma boca cheia de dentes. continuem o
desenho fazendo um pescoço e um tronco. É importante ressaltar sempre que não se pode
tirar o lápis ou caneta do papel. Pede que todos parem de desenhar. Todos mostram seus
desenhos. O condutor da dinâmica ressalta que não há nenhum desenho igual ao outro,
portanto, todos percebem a mesma situação de diversas maneiras, que somos multifacetados,
porém com visões de mundo diferentes, por este motivo devemos respeitar o ponto de
vista do outro.
45 - Dinâmica: "Auxílio mútuo"
Objetivo: Para reflexão da importância do próximo em nossa vida
Material: Pirulito para cada participante.
Procedimento:
Todos em círculo, de pé. É dado um pirulito para cada participante, e os seguintes comandos:
todos devem segurar o pirulito com a mão direita, com o braço estendido. Não pode
ser dobrado, apenas levado para a direita ou esquerda, mas sem dobrá-lo. A mão esquerda
fica livre. Primeiro solicita-se que desembrulhem o pirulito, já na posição correta (braço estendido,
segurando o pirulito e de pé, em círculo). Para isso, pode-se utilizar a mão esquerda.
O mediador da dinâmica, recolhe os papéis e em seguida, dá a seguinte orientação: sem
sair do lugar em que estão, todos devem chupar o pirulito! Aguardar até que alguém tenha
a iniciativa de imaginar como executar esta tarefa, que só há uma: oferecer o pirulito para a
pessoa ao lado!!! Assim, automaticamente, os demais irão oferecer e todos poderão chupar
o pirulito. Encerra-se a dinâmica, cada um pode sentar e continuar chupando, se quiser, o
pirulito que lhe foi oferecido. Abre-se a discussão que tem como fundamento maior dar
abertura sobre a reflexão de quanto precisamos do outro para chegar a algum objetivo e de
é ajudando ao outro que seremos ajudados.
46 - Dinâmica "Caixinha de Surpresas"
Objetivo: Dinâmica do auto-conhecimento; Falar sobre si
Materiais: caixinha com tampa, e Espelho
Procedimento:Em uma caixinha com tampa deve ser fixado um espelho na tampa pelo lado
de dentro. As pessoas do grupo devem se sentar em círculo. O animador deve explicar que
dentro da caixa tem a foto de uma pessoa muito importante (enfatizar), depois deve passar
para uma pessoa e pedir que fale sobre a pessoa da foto, e não devem deixar claro que a
pessoa importante é ela própria. Ao final, o animador deve provocar para que as pessoas
digam como se sentiram falando da pessoa importante que estava na foto.
47 - Jogo: “TESTE SEUS CONHECIMENTOS”
Contém: Roleta de letras, dado com comandos, cartelas de letras, ampulheta e tentos.
Participantes: No mínimo 2 e no máximo 6.
Regras:
Inicialmente, cada jogador recebe uma cartela de letras.
Um participante começa jogando o dado. (Este dado deverá ter as 6 faces com os comandos:
HISTÓRIA ou ESPÍRITO MISSIONÁRIO, VIRTUDE, DEFEITO, OBRA DE DEUS,
OBRA DO HOMEM).
Depois de jogar o dado, roda a roleta e vê a letra sorteada.
O jogador terá um minuto marcado pela ampulheta para dizer o que foi pedido.
Exemplo: Ele jogou o dado e caiu: ESPÍRITO MISSIONÁRIO. Rodou a roleta e parou na letra
A.
Ele poderá dizer: Atos.
Se acertar dentro do prazo da ampulheta, deverá marcar as letras da palavra que falou na
sua
cartela:
A B C D E F G H I
J K L M N O P Q R
S T U V W X Y Z
Depois de marcar, passa a vez para o próximo jogador.
Vence quem no final tiver a cartela mais cheia.
Outro exemplo: No dado: VIRTUDE
Na roleta: P
Ele poderá dizer: PACIÊNCIA
Outro exemplo: No dado: HISTÓRIA ou LIVRO ESPÍRITA
Na roleta: O
Ele poderá dizer: O Carneirinho revoltado ou O Livro dos Espíritos, etc.
Se não conseguir lembrar ou não souber, terminado o tempo marcado pela ampulheta, passa
a
vez para o próximo jogador.
OBS: Este jogo deverá ser aplicado à uma turma que já frequenta a Evangelização há algum
tempo.
48 - DINÂMICA DA BALA
Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 30 minutos
Modalidade: Avaliação dos Integrantes.
Objetivo: Abordar pontos positivos e negativos individuais dos integrantes do grupo.
Material: Balas de cereja (com sabor azedo) e bombons na proporção de uma de cada tipo
para cada integrante do grupo.
Observações: Nada impede que o número de balas e bombons seja aumentado ou que os
mesmos sejam novamente utilizados durante a dinâmica, opção do coordenador. Esta dinâmica é mais indicada para grupos homogêneos em termos de laços de amizade.
Descrição: O coordenador deve distribuir as balas e bombons para os integrantes do grupo.
Cada integrante deve distribuí-los do seguinte modo:
- O bombom é dado a uma pessoa que tenha feito algo positivo que tenha chamado a atenção do integrante.
- A bala azeda é dado a uma pessoa que tenha agido de maneira que tenha entristecido a
pessoa que deu a bala ou alguma outra pessoa.
A distribuição não deve apresentar nenhuma ordem em especial, sendo totalmente espontânea.
Uma bala ou bombom pode ser dado a alguém que já tenha recebido outra do mesmo
tipo. Os integrantes podem dar balas ou bombons para si próprios. A apresentação correspondente
às balas azedas deve ser feita com sinceridade, mas também com muita sensibilidade
para que a pessoa, sem ser ofendida, possa rever algumas de suas ações.
49 - SEMEANDO A AMIZADE
Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 30 minutos
Modalidade: Amizade.
Objetivo: Lançar boas semente aos amigos.
Material: Três vasos, espinhos, pedras, flores e grãos de feijão.
Descrição: Antes da execução da dinâmica, deve-se realizar a leitura do Evangelho de São
Mateus, capítulo 13, versículos de 1 a 9. Os espinhos, as pedras e as flores devem estar colocados
cada qual em um vaso diferente. Os vasos devem estar colocados em um local visível a todos os integrantes.
Nesta dinâmica, cada vaso representa um coração, enquanto que
grãos de feijão, representam as sementes descritas na leitura preliminar. Então, cada integrante
deve semear um vaso, que simboliza uma pessoa que deseje ajudar, devendo explicar
o porquê de sua decisão.
Pode-se definir que as pessoas citadas sejam outros integrantes
ou qualquer pessoa. Além disso, se o tempo permitir, pode-se utilizar mais que uma semente
por integrante
50 - APRESENTAÇÃO ATRAVÉS DE DESENHOS
Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos. Pode-se trabalhar em equipes.
Material: Uma folha para desenho e um lápis colorido ou caneta hidrocor para cada participante.
Desenvolvimento:
1. Distribuídos os materiais da dinâmica, o animador explica o exercício: Cada qual terá que
responder, através de desenhos, à seguinte pergunta:
Quem sou eu?
Dispor em de 15 minutos para preparar a resposta.
2.Os participantes desenham sua resposta
3. A apresentação dos desenhos é feita em plenário ou nas respectivas equipes. O grupo
procura interpretar as resposta. Feita essa interpretação, os interessados, por sua vez, comentam
a própria resposta.
4.Avaliação da Dinâmica:
- O que aprendemos com este exercício?
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